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Prosseguia ainda a macabra contagem dos mortos da megaoperação policial contra as infiltrações do Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão, talvez a mais violenta da história do Rio de Janeiro (122 corpos, segundo dados oficiais; “um sucesso”, declarou o governador Cláudio Castro), quando Lia Rodrigues estreou no Brasil o capítulo final da trilogia que dedicou às mitologias do seu país: um contínuo sempre em crescendo que a levou, e à sua companhia radicada no coração da Favela da Maré, de Fúria (2018) a Encantado (2021) e finalmente, como que forçando a colisão desse yin e desse yang, ou a síntese entre a tese e a antítese, à peça que agora chega a Portugal.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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01 de Junho de 2026