Economista diz que a projeção dos cenários fica mais difícil, já que a autoridade dá sinais de ter se desviado de seu modelo Gino Olivares, economista-chefe da da Azimut Brasil Wealth Management — Foto: Divulgação A menção do Comitê de Política Monetária (Copom), em seu comunicado de corte de juros desta quarta-feira, ao período posterior ao horizonte relevante foi vista pela Azimut Brasil como um “contorcionismo” da autoridade para continuar reduzindo a Selic. “É louvável trabalhar com cenário alternativo, mas se o BC costuma olhar para o horizonte relevante, por que ele menciona um trimestre à frente dele? Na prática, a autoridade alongou o horizonte relevante. Isso traz o questionamento se o horizonte relevante agora é aquele que permite cortar juros”, diz o economista-chefe da gestora, Gino Olivares. “É um contorcionismo para poder continuar cortando [a Selic].”

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