Zanone Júnior, defensor do ex-vereador do Rio de Janeiro Jairinho, sugere que menino Henry Borel já estava ferido ao ser entregue à mãe.
As defesas de Monique Medeiros, mãe do menino, e do padrasto airo Souza Santos Júnior, o Jairinho, iniciaram as alegações finais na tarde desta quarta-feira (3) no do julgamento da morte da criança.
A advogada Florence Rosa concentrou a defesa de Monique na contestação das provas, nas críticas à atuação da babá Thayná e na afirmação de que a cliente vivia um ciclo de violência doméstica e manipulação por parte de Jairinho.
Já o advogado Zanone Júnior afirmou que o ex-vereador é alvo de um "projeto de vingança" de Leniel Borel, pai de Henry, que teria sido traído pela então esposa, Monique com Jairinho.
Segundo Zanone, Leniel teria omitido um suposto acidente de carro sofrido por Henry no final de semana que antecedeu sua morte, que teria sido relatado por uma mulher que o acompanhava. Zanone mostrou buscas de Leniel por farmácias enquanto estava com a criança.













