No sétimo dia do júri sobre a morte do menino Henry Borel, começam a ser ouvidas neste sábado (30) as testemunhas das defesas de Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Doutor Jairinho, e a mãe da criança, Monique Medeiros. O júri entra em sua semana final antes do veredito, que deve ser dado a partir de terça-feira (2) da próxima semana. Jairinho e Monique Medeiros na audiência desta terça-feira (14) sobre o caso Henry Borel — Foto: Brunno Dantas/TJ-RJ Também serão ouvidas a mãe de Monique Medeiros, Rosângela Medeiros e o perito Leonardo Tauil, que assina os laudos de necrópsia de Henry, produzidos entre março e dezembro de 2021. Miriam Rabelo, que teve um relacionamento com Leniel, teria informações importantes sobre Henry para comentar no júri: “Miriam é uma testemunha que revela o caráter de outra testemunha que é o Leniel, além de ela dizer que tem informações relevantes que o próprio Leniel informou a ela quando eles tinham um relacionamento”, disse o advogado Rodrigo Faucz. “Queremos mostrar que ele fez um conluio para incriminar o Jairo”, pontuou. Leniel Borel após adiamento do júri da morte do filho — Foto: Henrique Coelho/g1 Rio Já a defesa de Monique quer tentar provar que ela não tinha conhecimento das agressões contra o filho e que vivia sob uma rotina de violência nas mãos de Jairinho, apontado por ela como o responsável pela morte de Henry. Os advogados querem provar aos jurados que Jairinho, além de cometer o crime, atuou para calar testemunhas do processo, e que a babá Thayná de Oliveira Ferreira seria cúmplice de Jairinho em episódios de tortura. Testemunhas a pedido de Monique Medeiros: Rosangela Medeiros da Costa e Silva; Bryan Medeiros da Costa E silva; Thayna de oliveira Ferreira; Glauciane ribeiro Dantas; Ana Paula Medeiros Pacheco; Ari Mamede; Marcia Eduarda Andrade Vieira; Testemunhas a pedido da defesa de Jairinho: Jairo Souza Santos Fernanda Abidu Figueiredo Leonardo Huber Tauil Roberto Claure Arena de Souza Hewdy Lobo Ribeiro Miriam Santos Rabelo Costa Cristiane Izidoro