Jairinho faz anotações durante depoimento Monique Medeiros durante julgamento pela morte do filho, Henry Borel, em março; júri acabou adiado para maio — Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo / 23-03-2026 RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 30/05/2026 - 18:23 Depoimento emocionante de irmão de Monique marca julgamento do caso Henry No sexto dia do julgamento do caso Henry, Bryan Medeiros, irmão de Monique Medeiros, depôs emocionando Monique ao falar sobre a morte do sobrinho. Jairinho, por outro lado, mostrou-se inquieto, fazendo anotações durante o depoimento. Bryan afirmou que Henry, apesar de ter pele clara que marcaria facilmente, nunca apareceu com lesões quando visitava a família. Monique chorou, mas concordou com as palavras do irmão. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Bryan Medeiros da Costa e Silva, irmão de Monique Medeiros, foi o 14º ouvido no plenário do II Tribunal do Júri da Capital na tarde deste sábado, durante o julgamento do caso Henry. Ao ser questionado sobre a irmã e sobre a morte de seu sobrinho, Henry Borel, Monique não conteve as lágrimas. Sentada ao lado da defesa, ela levou uma das mãos ao rosto e chorou, chegando a soluçar em alguns momentos. Após alguns minutos, conseguiu se recompor, mas permaneceu durante boa parte do depoimento olhando para baixo. Em diferentes momentos, também fez sinais de concordância enquanto o irmão respondia às perguntas sobre ela. Já Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, apresentou comportamento diferente durante a oitiva. O ex-vereador aparentava inquietação, mudando de posição na cadeira diversas vezes. Em determinado momento, pegou uma folha de papel em branco, apoiou sobre um livro e passou a fazer anotações apoiando o material sobre a própria perna. Ao longo do depoimento, não demonstrou reações visíveis às declarações prestadas por Bryan. Durante o interrogatório conduzido pela advogada Florence, da defesa de Monique, Bryan foi questionado sobre o período em que Henry frequentava a casa da família materna, em Bangu. A defesa perguntou se o menino, que tinha a pele muito clara, costumava aparecer com marcas ou machucados quando visitava os parentes. — Henry nunca chegou com lesões ou marcas no corpo. Ele tinha a pele bem branquinha, se apertasse forte com certeza ele ficaria marcado — afirmou Bryan aos jurados. Segundo Bryan, Henry tinha apenas quatro anos mas já verbalizava bem as questões. Por isso, se houvesse alguma situação ele falaria imediatamente. O irmão de Monique é uma das testemunhas arroladas pela defesa de Monique, que começou a apresentar seus depoimentos.