As empresas afetadas pelas novas tarifas anunciadas contra o Brasil pelos Estados Unidos ainda acreditam que há espaço para reverter a taxação e cobram uma ofensiva firme do governo brasileiro nas negociações.
O governo norte-americano propôs um novo tarifaço de 25% sobre as importações de alguns produtos brasileiros com base nas investigações da Seção 301. Entre as práticas consideradas desleais pelo governo Trump estão o Pix, leis anticorrupção e desmatamento ilegal.
Interlocutores do governo Lula dizem que pontos sensíveis não são negociáveis. É o caso do Pix, por exemplo. Mas deixam em aberto a possibilidade de negociar outros pontos.
Os empresários defendem que o governo brasileiro aproveite temas que são de maior interesse dos norte-americanos, como os minerais críticos e até o etanol.
Os EUA reclamam, por exemplo, que o Brasil não dá mais um tratamento tarifário equilibrado em relação ao etanol. Em 2017, o governo brasileiro retomou as tarifas de 20% na importação do produto sob o argumento de valorizar a indústria nacional.













