Setores prejudicados esperam articulação efetiva do Brasil, mas governo não deve negociar pontos sensíveis, como o Pix

Amcham destaca que medidas elevariam custos e reduziriam competitividade dos produtos

Recomendação de novas tarifas era esperada, mas retórica de documento decepcionou brasileiros

Novo texto refere-se a outras investigações da Seção 301 que apuram importação de produtos feitos com trabalho forçado

Segundo pessoas que acompanham as negociações, porém, nova sobretaxa de 25% é injustificável, já que havia um prazo para conversas que iria até 7 de junho

Na segunda (1º) à noite, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, com uma lista de…

A nova taxa ainda não está valendo. Pela legislação americana, a investigação formal precisa ser concluída e uma série de consultas públicas deve ser realizada antes que as medidas

Setores prejudicados esperam articulação efetiva do Brasil, mas governo não deve negociar pontos sensíveis, como o Pix

O clima no governo brasileiro é de inconformidade com a resistência americana à negociação

Setores na mira do tarifaço dos EUA pedem negociação e temem perda de competitividade

Enquanto petróleo, café, carne e celulose foram preservados, importantes setores industriais brasileiros, como o de aço semiacabado, continuam sob a mira do governo Trump.

Especialistas apontam mistura de temas e falta de embasamento no texto do USTR. Acesso ao etanol seria alternativa a oferecer

Roberto Azevêdo diz que Brasil precisa apresentar propostas que façam sentido aos EUA para reverter novas tarifas

Ao governo restam a diplomacia e as negociações, das quais não deve se desviar na direção de bravatas nacionalistas eleitoreiras

Especialistas em Relações Internacionais avaliam que o Brasil se beneficia de expandir acordos comerciais com outros países, abrir canais de negociação entre empresários e tem a…