Especialistas consideram que há interferência na eleição deste ano, mas que decisão não foi deliberada A classificação como grupos terroristas de facções criminosas brasileiras abre um capítulo perigoso na relação bilateral com o Brasil, representa interferência nas eleições presidenciais deste ano e pode afetar empresas brasileiras que sejam apontadas como ponte para os negócios do PCC e do CV, dizem especialistas em relações internacionais e segurança.
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