Setores que operam de forma contínua, companhias aéreas e varejo podem ser forçados a recorrer a horas extras mais caras no curto prazo, potencialmente repassando o aumento dos custos para o consumidor, observa o economista-chefe Roberto Secemski A nova jornada de trabalho semanal típica no Brasil em discussão, se aprovada a diminuição de 44 horas para 40 horas sem redução salarial, provavelmente, aumentará pressões inflacionárias no curto prazo, especialmente no setor de serviços, que tende a ser mais intensivo em mão de obra, afirma Roberto Secemski, economista-chefe para Brasil do Barclays.

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