A inteligência artificial já chegou às salas de aula, aos trabalhos escolares, às plataformas de ensino e à rotina dos professores. O que muda agora é que o Brasil começa a desenhar uma regra mais clara para separar o uso pedagógico da IA de práticas que podem gerar riscos para alunos, famílias e instituições de ensino.
Na última semana, o Conselho Nacional de Educação aprovou, em votação preliminar, um parecer com diretrizes para o uso da inteligência artificial em escolas e universidades. O texto ainda não tem aplicação definitiva. Ele seguirá para consulta pública e depois dependerá de homologação do Ministério da Educação para passar a orientar formalmente redes de ensino e instituições educacionais.
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