Com isso, a previsão é de um volume maior de emissões em maio do que o visto em março As emissões de debêntures devem voltar a ganhar fôlego no curto prazo refletindo a queda dos spreads vista nas últimas semanas e a expectativa de novas reduções, segundo Felipe Thut, chefe de renda fixa e produtos estruturados do Bradesco BBI.
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Dólar à vista avança com pressão dos rendimentos dos Treasuries
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