Aumento dos spreads após onda de resgates reacende debate sobre liquidez e prêmio de risco no segmento de títulos isentos Ulisses Nehmi, da Sparta: quando começa a ter muito resgate, os movimentos de saída costumam ter inércia grande — Foto: Gabriel Reis/Valor Depois de figurar entre as classes de ativos preferidas dos investidores na segunda metade de 2025, as debêntures incentivadas enfrentaram três meses de deterioração praticamente contínua neste ano. O aumento dos spreads em relação às NTN-Bs foi tão forte que alguns participantes do mercado avaliam que os níveis atuais já começam a compensar os riscos. Alguns agentes, contudo, observam que, diante da ausência de sinais de trégua no fluxo de resgates dos fundos, é possível que a pressão vendedora tenha continuidade.

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