Mudança no Fed e saída de estrangeiros reforçam previsões de depreciação do real Mauricio Valadares: “Não queremos reduzir mais o risco de nossas carteiras. Estamos conservadores o suficiente” — Foto: Gabriel Reis/Valor O semestre termina bem diferente de como começou. Do rali de ações de emergentes para um retorno com força à bolsa americana, e da perspectiva de uma Selic perto de 12% no fim do ano para a previsão de um ciclo de afrouxamento monetário bem mais modesto. A virada dos ventos não chegou a transformar o que era ganho em perda, e vice-versa, mas o Ibovespa, que começou o ano com alta de 12,56% em janeiro, encerrou o período com alta acumulada de 6,76%, após registrar em junho o quarto mês seguido de perda. E o dólar comercial, que atingiu desvalorização perto de 10% até abril, acabou os seis primeiros meses de 2026 com queda de 5,94%.

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