Os rendimentos dos Treasuries voltam a subir, com os agentes precificando chances cada vez maiores de o Federal Reserve ter que voltar a elevar os juros no fim deste ano Pilha de moedas decrescente, moeda, dinheiro, real — Foto: Pixabay Os juros futuros abrem o pregão desta terça-feira em queda, ainda que as taxas nos mercados no exterior sigam em alta, em especial nos Estados Unidos. Nesta manhã, os rendimentos dos Treasuries voltam a subir, com os agentes precificando chances cada vez maiores de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter que voltar a elevar os juros no fim deste ano. Essa perspectiva chegou a pesar nos primeiros minutos de negociação para os investidores, que também acompanham declarações do diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, nesta manhã. No radar também segue o cenário eleitoral brasileiro. A perda de força do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa presidencial deste ano não chegou a fazer preço no mercado, já que o enfraquecimento era esperado, conforme vinham apontando trackings. Perto das 9h25, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuava de 14,155% do ajuste anterior para 14,13%, enquanto a taxa DI para janeiro de 2028 avançava de 14,04% para 13,99%. Já a taxa DI para janeiro de 2029 saía de 14,07% para 14,035%, enquanto a taxa DI para janeiro de 2031 recuava de 14,185% para 14,17%.
Juros futuros iniciam sessão em queda apesar de pressão externa
Os rendimentos dos Treasuries voltam a subir, com os agentes precificando chances cada vez maiores de o Federal Reserve ter que voltar a elevar os juros no fim deste ano











