Entre os argumentos da CNI, da Fiesp e da Abimaq, em reunião, nesta terça-feira, 26, está o de que o Brasil não deve reduzir a jornada enquanto não houver um aumento de produtividade

Tendência é deixar alguns temas para regulamentação somente após a aprovação da proposta que reduz jornada semanal. Mapeamento do governo aponta até 12 atividades críticas

Ainda há impasse, no entanto, sobre o período de transição para que as empresas se adaptem à mudança

Jornada de trabalho deverá ser reduzida de 44 horas para 42 horas em 2026, com criação da escala 5x2