Presidente da Câmara afirmou que pontos são 'inegociáveis'. Motta adiantou que proposta prevê, após 60 dias da promulgação da PEC, redução imediata de duas horas de trabalho e, após 12 meses, de mais duas horas.

Principal impasse em torno da matéria está na definição do período de transição para que as empresas se adaptem à mudança constitucional

“Não dá para aceitar ficar quatro anos reduzindo meia hora por ano”, afirmou o presidente

O presidente terá um encontro com Hugo Motta (Republicanos-PB) e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, na próxima semana

Encontro deve ocorrer antes de o relator apresentar o parecer da proposta