0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fachada do Banco Master na Vila Olimpia, em São Paulo — Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo Entre as milhares de páginas que vieram à tona ao longo da investigação envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro, um detalhe chama atenção: nenhuma mulher que ocupa cargo público está entre os personagens que aparecem no caso. Ou seja, deputadas, senadoras e ministras não figuram entre os agentes públicos citados nas investigações pela Polícia Federal. O núcleo político encrencado que emerge dos documentos é, essencialmente, masculino. Fora do Legislativo, Executivo e Judiciário, porém, alguns nomes femininos surgem. Por exemplo, Viviane Barci de Moraes, advogada e mulher do ministro Alexandre de Moraes, cujo escritório manteve um contrato de R$ 131 milhões com o Banco Master para serviços de advocacia, compliance e consultoria estratégica. E Karina Gama, empresária e produtora ligada ao filme Dark Horse, que entrou no radar da PF na apuração sobre a origem dos recursos usados na produção. Nenhuma das duas, contudo, ocupa cargo público.
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