0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo A resposta de Alexandre de Moraes ao inquérito da PF tornado público na terça-feira por determinação de André Mendonça veio rápida — e, bem ao seu estilo, dobrando a aposta. Pediu a Edson Fachin que abra uma investigação contra Mendonça. Beleza. Faltam, no entanto, outras respostas que estão demorando a chegar: *Qual foi a razão para, segundo a PF, oito encontros presenciais com Vorcaro, o enrolado cliente de sua mulher, Viviane? Conversaram sobre o quê? Charutos? Degustação de Macallan? *Que conselhos deu a um desesperado Vorcaro que, também segundo a PF, enviou 28 mensagens para o número de Moraes na semana de sua primeira prisão, em novembro passado? O que exatamente respondeu ao pedido de Vorcaro dois dias antes de ser preso: "Acha que segunda tenho que estar fora?" *Que avaliação faz da versão final do contrato de R$ 131 milhões firmado entre o escritório de Viviane e Vorcaro, que, segundo a PF, teve uma revisão final feita por Moraes? Foi um valor justo? Ou um "pagamento exorbitante", termo que Moraes usou quando barrou o pagamento de penduricalhos a juízes no mês passado? *O senhor não considera que deve explicações à opinião pública sobre suas relações com Vorcaro?
A resposta de Moraes a Mendonça foi rápida, mas faltam outras que ele deveria dar o quanto antes
A resposta de Moraes a Mendonça foi rápida, mas faltam outras que ele deveria dar o quanto antes













