Candidato do Missão está proibido de fazer propagando na internet, participar de debates e também de receber repasses do fundo eleitoral 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Após decisão de Toffoli, Renan Santos muda foto de perfil para ‘censurado’ — Foto: Reprodução/Instagram O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) mudou nesta segunda-feira (31) a foto de perfil de suas redes sociais após o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli suspender sua campanha eleitoral. A nova imagem mostra o rosto do candidato em preto e branco, com uma faixa vermelha com o termo “censurado” cobrindo os olhos. A decisão de Toffoli, tomada no domingo (30) e divulgada nesta segunda-feira, é cautelar (provisória) e foi tomada após o ministro verificar utilização irregular de perfis nas redes sociais pelo candidato. O ministro suspendeu o repasse de recursos do fundo eleitoral à chapa de Renan Santos, além da realização de gastos com eventuais recursos já repassados. Também proibiu o candidato do Missão de participar de debater em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação. A decisão alcança também o candidato a vice-presidente, Aroldo Medina (Missão). Toffoli é relator do processo de registro da chapa e já havia adiado o julgamento da candidatura durante o fim de semana. Segundo o ministro, Renan e Medina deixaram de informar, no prazo previsto, todas as contas nas redes sociais utilizadas para a divulgação da campanha. Para Toffoli, houve uma “omissão estratégica” das informações prestadas à Justiça Eleitoral. Até o momento, apesar da troca da foto de perfil nas redes sociais, Santos ainda não comentou a decisão. O candidato, no entanto, convocou uma coletiva de imprensa para a tarde desta segunda-feira, em São Paulo. Nesta manhã, ao falar sobre o ato anterior de Toffoli, de retirar o processo de pauta, ele negou qualquer irregularidade e chamou de "piada" as observações que haviam sido feitas por Toffoli.
Após decisão de Toffoli, Renan Santos muda foto de perfil para 'censurado'
Candidato do Missão está proibido de fazer propagando na internet, participar de debates e também de receber repasses do fundo eleitoral













