A Justiça do Trabalho manteve suspensas as demissões coletivas promovidas pelo grupo Casas Bahia. Em decisão desta segunda-feira (24), a juiza Sandra Nara Bernardo Silva extinguiu mandado de segurança apresentado pela empresa, que buscava derrubar a liminar que determinou a reintegração de funcionários, do último dia 18.
Segundo a magistrada, a petição inicial apresentada pela Casas Bahia não cumpriu os requisitos legais do mandado de segurança, uma vez que não anexou ao pedido documentos necessários para a análise.
A Casas Bahia disse à Folha respeitar o poder Judiciário e adotar, nos autos, as medidas processuais cabíveis em relação à decisão. "As decisões em curso integram amplo processo de reestruturação, necessário para garantir a continuidade e a sustentabilidade do negócio, bem como a preservação dos empregos mantidos", afirma a varejista.
Loja Casas Bahia em São Caetano, na Grande São Paulo - Felipe Iruatã/Folhapress
Foram demitidos cerca de 3.000 trabalhadores do grupo que engloba Casas Bahia, Ponto (antigo Pontofrio) e Extra.com na semana anterior ao pedido de recuperação judicial para para reorganizar dívida de cerca de R$ 17,3 bilhões. Além disso, 298 lojas foram fechadas .















