Aiô é eleito o melhor restaurante asiático da cidade pelo Prêmio SP Gastronomia 2026. Confira outros bons endereços na categoria. 2º lugar: PING YANG THAI BAR & FOOD Medalha de prata na categoria, o restaurante comandado pelo chef Maurício Santi é o primeiro dedicado à culinária tailandesa da América do Sul a conquistar o selo Bib Gourmand do Guia Michelin. A casa traduz mais de duas décadas de pesquisa do chef sobre a gastronomia da Tailândia, e apresenta um menu fiel aos sabores e técnicas originais daquele país, organizado em diferentes categorias para estimular o compartilhamento à mesa. Saboroso e divertido, o gai yang é pensado para comer com as mãos: galeto marinado por 12 horas, cozido em baixa temperatura e finalizado na brasa, deve ser mergulhado, a cada mordida, no nahm jim jaew, molho à base de tamarindo, molho de peixe, limão e açúcar de palmeira (R$ 58). Da wok sai uma nova versão do pla neung tau jiaw, peixe suculento, no vapor, com molho à base de soja fermentada, pimenta, alho e cebola refogados, servido com acelga e arroz jasmim (R$ 98). Quem curte comida de rua não pode perder os espetinhos, parte fundamental no dia a dia de Bangkok. Prove o sateh gai, de sobrecoxa de frango marinada no curry, com relish de pepino (R$ 38). Jardim Paulista: Rua Doutor Melo Alves 767 (91762-6008). Seg e qui, das 19h às 23h. Sex, das 19h às 23h45. Sáb, das 13h às 17h e das 19h às 23h45. Dom, das 13h às 17h. 3º lugar: KAZUO Kazuo Harada comanda o restaurante que leva seu nome no Plaza Iguatemi. As criações do chef oferecem uma imersão nos sabores da Ásia, em ambiente sofisticado e agradável. Detentora de uma estrela no prestigiado Guia Michelin, a casa combina tradição e inovação em preparos que vão de sushi, sashimi e pratos à la carte a experiências de omakase e degustação, usando técnicas ancestrais de Japão, China, Tailândia e Coreia, reinterpretadas com precisão e sensibilidade. O omakase itamae é uma jornada de “confiança e descoberta” e oferece uma sequência exclusiva do que o chef considera o melhor do dia (R$ 790 por pessoa). No menu “surpreenda-se”, uma sequência de dez tempos, cada prato é uma viagem a uma cultura asiática diferente (R$ 690). O menu à la carte é uma boa forma de começar a conhecer a proposta do chef, com sabores que variam de um simples edamame, fava de soja cozida e finalizada com flor de sal (R$ 36), a pratos como o tailandês pad thai, talharim de arroz com camarões, ovo, broto de feijão, pimenta, coentro e amendoim (R$ 148). Jardim Europa: Rua Prudente Correia 432, Edifício Plaza Iguatemi (96640-7596). Seg a qui, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sex, das 12h às 15h e das 19h à meia-noite. Sáb, das 12h às 16h e das 19h à meia-noite. Dom, das 12h às 17h. Kazuo: sashimis variados no asiático do chef Kazuo Harada, 3º lugar na categoria — Foto: Kato BIA HOI Desde 2017, o pub vietnamita recria o clima dos botecos de Hanói, no Vietnã, em pleno Centro de São Paulo, com decoração pop e descontraída, luz baixa e as receitas caprichadas da chef Dani Borges. Apaixonada pelo país asiático, a chef criou o menu Travessia, inspirado nas suas experiências mais recentes por lá. Alguns dos clássicos da casa seguem no menu, como o goi cuon, dupla de rolinhos de papel de arroz com legumes crocantes, folhas verdes e noodles de arroz, servido com molho nuoc cham (R$ 31 com camarão, R$ 23 o vegano). Essa entrada combina perfeitamente com uma das novidades do cardápio, o ca tim, berinjela defumada e frita, servida com ervas aromáticas e gergelim (R$ 26), uma combinação picante, mas fresca e leve. Vale mencionar que a chef é fã de coentro, e a maioria das receitas vem com uma porção abundante dessa erva, como o pho bo. Um dos mais pedidos da casa, o prato leva noodles de arroz imersos em caldo delicado de ossos bovinos e suínos, mais o acompanhamento original de Hanói: coentro fresco, cebolinha, rodelas de pimenta e fatias de limão (R$ 83). Vila Buarque: Rua Rego Freitas 428 (96612-3421). Seg a sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 17h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 17h e das 19h às 22h. BICOL Referência da culinária coreana em São Paulo, o Bicol proporciona uma experiência completa em torno do tradicional churrasco preparado na chapa, à mesa. Entre as principais pedidas está o burgogui, com finas fatias de contrafilé marinadas em molho de soja levemente adocicado, servidas com oito guarnições e arroz (R$ 198, para dois). Um caminho mais sofisticado, o combo Wagyu reúne três cortes da carne japonesa, preparados da mesma forma e acompanhados pelos tradicionais complementos (R$ 448, para dois). Outro destaque é a degustação de kimchi, com cinco variedades da clássica conserva coreana (R$ 60), ideal para compartilhar. O topokki é novidade no cardápio: uma espécie de nhoque coreano, é preparado com massa de arroz, cebolinha e ovo, servido com molho apimentado à base de pimenta gochujan (R$ 70, para dois). A ala das sobremesas também traz novidades, com doces da Levena, do chef Diego Lozano, como o maracujá e chocolate, que combina biscuit, ganache de chocolate ao leite com maracujá, musse e cobertura à base da fruta (R$ 45). Liberdade: Rua José Getúlio 422 (3208-4123). Seg a qui, das 18h às 23h. Sex e sáb, das 12h às 15h e das 18h às 23h. Dom, das 12h às 20h. HI PIN SHAN Desde 1984, esta casa na Vila Olímpia serve “comida gostosa, cheirosa e de primeira qualidade”. Fundado pelo chef chinês Kung Hing Sin, o Hi Pin Shan é comandado hoje em dia pelas novas gerações da família Kung, mas sem abrir mão da qualidade que caracteriza os pratos tradicionais que seguem conquistando a clientela. O menu, extenso, reúne especialidades chinesas preparadas com autenticidade, como a sopa de barbatana de tubarão, com bambu, frango e cogumelo chinês (R$ 400), iguaria milenar, ou o marisco branco com feijão-preto, temperados com cebolinha e alho (R$ 160). Das entradas quentes, o wen tun frito de porco agrada os paladares mais diversos, com suas trouxinhas de carne suína temperada (R$ 100, dez unidades). A tradição do pato pequim é mantida ali, com a receita original servida em três versões que variam nos acompanhamentos. A mais completa (R$ 655) vem com a pele tostada da ave, 15 panquecas, cebolinha, pepino e molho de missô, seguidos de outro prato feito com a carne do pato, com nirá, broto de feijão e molho especial. A parte final é composta de sopa feita de acelga branca, macarrão transparente e os ossos da ave. Vila Olímpia: Rua Doutor Ivo Define Frasca 99 (3849-1191). Ter a sex, das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 22h30. Sáb e dom, das 11h30 às 15h30 e das 18h30 às 22h30. HOU CULINÁRIA CHINESA Em Santana, Zona Norte de São Paulo, o Hou segue firme com sua tradição de mais de 30 anos servindo comida autêntica chinesa, dando continuidade ao legado do patriarca Hou Qi Cheng, o “seu Hou”. Hoje, sob o comando do filho Hou Xuan, a casa combina receitas clássicas da família e pratos típicos, com condimentos singulares de diferentes regiões da China. O ambiente, moderno e urbano, une tradição e inovação. Às terças, quintas e sextas (exceto feriados), a casa tem almoço executivo com entrada, principal e sobremesa (R$ 79), com pratos que vão do rolinho primavera ao frango xadrez e a típica banana caramelada para encerrar a refeição. No à la carte, o camarão oriental, empanado e frito ao molho agridoce (R$ 140), é boa opção para começar. Tem também os guiozas artesanais (R$ 70, dez unidades no vapor, ou R$ 85, 16 unidades grelhadas). Das especialidades da casa, o família feliz é uma combinação de carnes, frutos do mar, vegetais, cogumelos e tofu frito, ao molho de ostra e shoyu, servidos na chapa quente (R$ 130), perfeito para dividir. Vale provar também o filé chop suey, com a carne fatiada servida com vegetais e molho à base de shoyu (R$ 105). Santana: Rua Capitão Manuel Novaes 203 (94524-8175). Seg e qua, das 18h30 às 22h30. Ter, das 12h às 14h30 e das 18h às 22h30. Qui e sex, das 12h às 14h30 e das 18h30 às 22h30. Sáb, das 12h às 15h e das 18h30 às 22h30. Dom, das 12h às 15h30 e das 18h às 22h. KAR WUA Desde 1988, o restaurante familiar serve pratos de “gastronomia afetiva de herança”, em um ambiente simples, mas acolhedor, num sobrado que resiste à especulação imobiliária em Pinheiros. O legado de Lin Ci An, imigrante da China, segue com sua filha Mônica Lin, que comanda a casa. Os pratos encantam pela diversidade de sabores e o cuidado com os ingredientes. As massas artesanais são produzidas ali mesmo e usadas no preparo de guiozas, noodles e baos. O prato família feliz, receita da família Lin, é um dos carros-chefes, combinando frango, carne bovina, camarão e legumes na chapa (R$ 170, para dois). Para começar os trabalhos, o guioza faz sucesso, com massa fininha recheada de carne bovina ou shiitake (R$ 62, dez unidades), assim como o meibao, pão chinês macio e fofinho, com recheio de carne ou shiitake e legumes (R$ 45, quatro unidades). No almoço de terça a sexta, a casa oferece um bufê (R$ 110 o quilo) que conquistou a clientela, com mais de 15 variedades de pratos quentes, dos famosos rolinhos primavera ao sweet orange chicken, além de saladas, conservas, acelga apimentada... De sobremesa, as frutas carameladas (banana, maçã ou abacaxi) guardam o sabor de memória afetiva para encerrar a refeição (R$ 55, seis unidades). Pinheiros: Rua Mourato Coelho 44 (3476-1581). Ter e qua, das 11h às 15h. Qui e sex, das 11h às 15h e das 18h às 22h. Sáb, das 11h às 16h e das 18h às 22h. Dom, das 11h às 17h. KOMAH RESTAURANTE Ao completar dez anos, o Komah reafirma seu papel como um dos principais representantes da cozinha coreana contemporânea em São Paulo. Desde 2016, o restaurante da Barra Funda combina receitas tradicionais da Coreia a técnicas e influências de diferentes partes do mundo. O chef Daniel Park, na equipe desde 2018, sucedeu Paulo Shin no comando da cozinha, e mantém clássicos da casa no menu, como o yukhoe, steak tartare coreano com gema curada e pera asiática (R$ 72), o kimchi bokumbap, arroz salteado com kimchi sob omelete cremoso (R$ 79), e o samgiopsal com ssam set, pancetta glaceada com molho picante gochujang acompanhada de hortaliças, arroz e ssamjang, pasta de soja fermentada com pimenta (R$ 92). Do bar, drinques como o sojufitz reforçam a identidade da casa, elaborado com soju, a tradicional bebida coreana, gim, cardamomo, bitter, suco de limão-taiti, extrato e xarope de gengibre (R$ 38). Reserve espaço para a sobremesa: o mil-folhas de gergelim, com semifreddo de gergelim branco, praliné de gergelim preto e caramelo toffee com missô (R$ 39), vale a mordida. Barra Funda: Rua Cônego Vicente Miguel Marino 378 (3392-7072). Seg a qua, das 12h às 15h e das 18h30 às 22h. Qui e sex, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h. Sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. LAVVA Instalado no complexo Cidade Matarazzo, propõe uma nova leitura do korean barbecue ao unir a tradição coreana à paixão brasileira pelo churrasco. Com curadoria do chef Paulo Shin, que retorna à cena gastronômica paulistana três anos após deixar o Komah, a casa transforma o preparo das carnes em um verdadeiro ritual: as grelhas ocupam o centro das mesas e conduzem uma experiência participativa. As sequências são servidas com doze banchan, tradicionais acompanhamentos coreanos. Batizada de “ritual do fogo”, a experiência tem três diferentes níveis, começando pela “iniciação”, uma sequência de quatro cortes – denver, ancho de Angus, flat iron e galbi (assado de tira) marinado (R$ 340 por pessoa). O mais elaborado é a “imersão”, que inclui doze passos, com itens como crudo de vieiras, wagyu tartare yukhoe, saladas, cortes selecionados, batata frita com caviar e sobremesa (R$ 980 por pessoa). Dá para pedir os pratos à la carte, com cortes de black Angus e Wagyu e acompanhamentos à parte. O ancho de black Angus serve duas pessoas (R$ 280) e pode vir, por exemplo, com bibimpap, o tradicional arroz coreano com legumes, gema e molho gochujang (R$ 70). Bela Vista: Rua Itapeva 569, Mata São Paulo Cidade Matarazzo. Seg a sáb, das 12h às 15h e das 19h às 22h. Dom, das 12h às 18h. MAPU Leia em Bom e barato. MICA Leia em Bom e barato. MOKTCHA A expressão “moktcha”, em coreano, significa “vamos comer”, um jeito carinhoso de avisar os familiares de que a hora da refeição chegou. É essa palavra que dá nome a esse simpático restaurante, que abre apenas para o almoço e ocupa os fundos da loja de cosméticos Kollab, em Pinheiros. Comandada pela matriarca Soon Ok Park, a casa aposta em uma cozinha coreana caseira e afetiva, com receitas aprendidas na Coreia. O kimchi (acelga fermentada), a pasta de pimenta gochujang, o molho de soja e até o óleo de gergelim usado nos pratos são feitos por lá. O bibimbap é um clássico coreano que faz muito sucesso, combinando arroz com vegetais, carne moída e ovo frito, finalizado com óleo de gergelim (R$ 90) – a pasta de gochujang é servida à parte, para misturar tudo na hora de comer. A seleção de receitas de macarrão é caprichada e inclui o japchae, macarrão de batata-doce, salteado com cenoura, cebola, pimentão e cogumelos (R$ 75). Aposte também no bulgogui, churrasco coreano clássico, grelhado na mesa, com fatias de carne bovina e legumes marinados em molho agridoce, e macarrão de batata-doce (R$ 100). Pinheiros: Rua Marcos Azevedo 60. Ter a dom, das 12h às 16h. PORTAL DA COREIA Regina Hwang está à frente do restaurante coreano, um dos mais tradicionais da cidade – que, verdade seja dita, já agradava com sua comida típica, farta e saborosa, muito antes de o país virar moda por aqui. O cardápio inclui opções bem tradicionais, como o bulgogi jongol, caldeirada de churrasco de contra-filé com shimeji, teokk (massa de arroz), legumes, macarrão de batata-doce e cebolinha (R$ 300). A porção vai bem para duas pessoas e ainda vem com arroz e banchan, acompanhamentos típicos servidos em todas as refeições. Se a ideia é beliscar, a lista de petiscos é apetitosa. Comece pela porção de twigim mandu, pastelzinho frito, recheado de carne de porco e legumes ou camarão e legumes (R$ 61, dez unidades), boa para dividir, ou aposte na haemul pajeon, panqueca à moda coreana com pedaços de camarão, lula e mexilhão, pimentão-vermelho, cebola e cebolinha (R$ 65). Para grupos grandes, o combo família feliz é caprichado: vem com quatro tipos de carnes e uma caldeirada para dividir — além de cinco porções de arroz e cinco banchan (R$ 600, serve cinco pessoas). Soju, destilado de batata-doce e arroz típico da Coreia, pode acompanhar bem a refeição (R$ 55). Liberdade: Rua da Glória 729 (3275-2009). Seg a sáb, das 12h às 14h30 e das 18h às 21h30. RONG HE Autêntico representante da culinária tradicional chinesa em São Paulo, o Rong He segue agradando a clientela, que busca as quatro unidades do restaurante pelos pratos fartos e saborosos que caracterizam o menu da casa. A primeira, na Liberdade, é das mais disputadas — vale chegar cedo para garantir lugar. O cardápio é longo e apresenta desde os pratos mais conhecidos pelos brasileiros, como o yakisoba — o misto vem com carne bovina, frango e legumes (R$ 90) —, até itens menos óbvios, como a entrada vegetariana à base de salsão com nata folhada de soja seca (R$ 43). As porções costumam ser generosas, então dá para dividir. Os guiozas, em porções com dez, são boa pedida para começar ou complementar a refeição, com diversas opções de recheios, como camarão (R$ 76), carne bovina (R$ 60) ou carne suína e camarão (R$ 66). Guarde um espacinho para as sobremesas, que vão do doce de sagu com leite de coco (R$ 15) a pão chinês frito acompanhado de leite condensado (R$ 43, oito unidades). Liberdade: Rua da Glória 622-A (3207-1206). Seg a sex, das 11h30 às 15h e das 18h às 22h. Sáb e dom, das 11h30 às 16h e das 18h às 22h. Paraíso: Rua Tutoia 312 (3559-9996). Seg a sex, das 11h30 às 15h e das 18h às 22h. Sáb e dom, das 11h30 às 16h e das 18h às 22h. Mais dois endereços. SANTOKKI Júlia Tricate e Gabriel Coelho praticam uma “cozinha asiática sem regras”, misturada com a vibe descolada da Vila Madalena. O ambiente charmoso, jovial e despojado atrai um público interessado em provar sabores que vão muito além do trivial. De segunda a sexta, tem menu executivo no almoço, com missoshiru de entrada, principal – sobrecoxa frita ou copa-lombo na brasa, por exemplo — e acompanhamentos, como gohan, salada de repolho, sunomono, ovo marinado e kimchi (R$ 58). O churrasquinho, à moda coreana, é uma das estrelas do cardápio. Preparado à mesa, vem com três cortes bovinos e um suíno, servidos com gohan com furikake, salada de repolho com cenoura, kimchi de acelga, folhas, conserva do dia, salada de batata e maionese e vegetais (R$ 168, para dois). Vale provar o tempero dos chefs também no crudo de peixe e pera asiática, uma entrada bem fresquinha, com carapau cru temperado e molho ácido nam pla, coentro e limão, manteiga queimada e pera (R$ 42), ou no simples e saboroso oniguiri de atum, tostado na brasa com umeboshi (R$ 24). A casa tem uma carta de saquês bem interessante para acompanhar as refeições, além de coquetéis clássicos, autorais e não alcoólicos. Vila Madalena: Rua Aspicuelta 153 (3815-3209). Seg, das 12h às 23h. Qua, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Qui a sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 17h. THAI E-SAN Com uma unidade na Liberdade e outra no buchicho de Pinheiros, é um tailandês raiz que agrada quem procura comida típica de boa qualidade com preços convidativos. A chef tailandesa Tookta Chomnuk assina o menu, que apresenta pratos bons para dividir, como o luk chin, bolinhos com molho agridoce, de carne, porco ou peixe (R$ 39), ou os suculentos espetinhos satek, de frango ou carne suína ao leite de coco, curry e shoyu (R$ 49). O pad thai é um clássico qu e agrada pela mistura de sabores e fartura. É preparado com uma miríade de ingredientes: macarrão de arroz, broto de feijão, nirá, molho de tamarindo, ovos, cebola roxa, tofu, cenoura, repolho, nabo em conserva e molho de peixe; amendoim e pimenta em pó acompanham. Pode vir em diferentes versões: frango, porco ou tofu (R$ 55), carne bovina (R$ 59) ou camarão (R$ 65). Liberdade: Rua Barão de Iguape 373 (95459-6188). Seg, qua, qui, sex, sáb e dom, das 11h às 16h e das 18h às 21h30. Pinheiros: Rua Cunha Gago 399 (95499-3505). Seg, qua, qui, sex e sáb, das 11h às 16h e das 18h às 21h30. Dom, das 11h às 16h e das 18h às 21h. TON HOI É praticamente uma instituição no bairro do Butantã, acumulando décadas de tradição em comida chinesa. Fundada pelos imigrantes James e Ketty Wong, a casa está hoje sob o comando do chef Tommy Wong, filho do casal, que preserva o legado da família. O menu é extenso e variado, com muitas opções de carnes, frango e frutos do mar, e algumas receitas vegetarianas com tofu e cogumelos. De entrada, tem desde o clássico rolinho primavera (R$ 14,50), de massa crocante frita, recheado de repolho e carne suína, até opções mais exóticas, como ostras com molho de gengibre, cozidas sem casca com gengibre, alho, coentro, cebolinha e azeite (R$ 116, com 12 unidades). O trio campeão é especialidade da casa, com camarão, lula e mexilhões com brócolis, pimentões, acelga, pimenta, alho, gengibre e cebolinha (R$ 190), bom para dividir. O restaurante prepara o famoso pato à moda de Pequim, uma especialidade chinesa, mas é preciso encomendar com uma semana de antecedência. É servido em três etapas, começando com a pele laqueada, depois pratos com a carne da ave e, no final, a tradicional sopa (R$ 800). Butantã: Av. Professor Francisco Morato 1484 (96309-0880). Qua e qui, das 18h30 às 22h. Sex e sáb, das 12h às 15h e das 18h30 às 22h. Dom, das 12h Jardim Botânico: Rua Custódio Serrão 62 (2539-4542). Seg a sáb, das 19h30 à meia-noite.