Multinacionais ampliam o tempo de afastamento para homens após a chegada de um filho como ferramenta para promover equidade de gênero, retenção de talentos e divisão mais equilibrada dos cuidados com as crianças 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Quando Cecília nasceu, cinco anos atrás, seu pai, Gustavo Matheus Geraldo, afastou-se do trabalho por 180 dias. Ele não pediu demissão para ficar ao lado da pequena — esse foi o tempo que ele teve de licença-paternidade, oferecido pela empresa onde trabalha, a biofarmacêutica Amgen, onde atua como gerente sênior e é responsável pela área de onco-hematologia e biossimilares. No Brasil, a licença-paternidade obrigatória por lei é de cinco dias, mas algumas organizações vêm trabalhando com o que se chama de licença-parental, concedendo o mesmo tempo de afastamento tanto para funcionários que se tornam pais quanto para funcionárias que se tornam mães.
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Paternidade pode melhorar o bem-estar no trabalho, diz pesquisa
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