A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros, a Selic, para 14% ao ano mantém a renda fixa atrativa, com destaque para títulos pós-fixados e indexados à inflação.
Para especialistas ouvidos pela Folha, o quarto corte consecutivo da Selic preserva a vantagem de investimentos atrelados à própria taxa básica ou ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), sua referência no mercado privado.
Analistas também seguem recomendando títulos indexados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), cujos juros reais continuam em patamar considerado elevado.
Marcelo Freller, estrategista de produtos de investimento do C6 Bank, afirma que a estratégia de alocação praticamente não muda com a nova redução da Selic.
"Os pós-fixados devem continuar apresentando bom desempenho, com baixa volatilidade, em um ambiente de Selic elevada por mais tempo. Eles seguem sendo a nossa principal preferência de investimento", afirma.














