O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo manteve a inelegibilidade de Pablo Marçal (União) por oito anos, por abuso de poder econômico nas eleições de 2024, quando o coach concorreu à prefeitura da capital paulista.

Por unanimidade, os magistrados rejeitaram nesta quarta-feira 5 mais um recurso de Marçal. O relator do caso, Claudio Langroiva Pereira, recebeu o endosso dos colegas Regis de Castilho, Domilita Manssur, Mairan Maia Júnior, Danyelle Galvão, Encinas Manfré e Roberto Maia.

A votação reafirma a condenação imposta pelo tribunal em 2025.

O caso envolve um “concurso de cortes” nas redes sociais utilizados por Marçal na campanha eleitoral. A manobra previa a cooptação de colaboradores para disseminação de conteúdos do então candidato, com remuneração aos participantes e oferta de brindes.