Presidenciável colocou em xeque também a atuação do Supremo Tribunal Federal em apurações envolvendo o filho do presidente Lula, durante sabatina 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência — Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters O senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou nesta terça-feira (4) a Polícia Federal de uma suposta interferência em investigações para “proteger” o empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao participar de uma sabatina promovida pelo G4 e O Antagonista, Flávio colocou em xeque também a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em apurações envolvendo o filho do presidente. “A investigação do filho do Lula, essa interferência que existe por parte de dentro da própria Polícia Federal, nas investigações, é uma coisa anormal, uma proteção”, afirmou Flávio, ao participar de forma online do evento. “Um policial federal que é trocado no meio da investigação do filho do presidente da República, uma Polícia Federal que tenta burlar a relatoria escolhida [no STF], que foi sorteada para o ministro André Mendonça, para fazer com que investigações sobre o Lulinha, o filho do presidente, vá para as mãos de outro ministro do Supremo Tribunal Federal”, disse Flávio, sem citar diretamente o ministro Flávio Dino, que autorizou a abertura de inquérito contra Lulinha, como é conhecido o empresário. O filho do presidente é alvo de outros dois inquéritos que foram abertos por determinação de André Mendonça. O empresário é investigado por suposto tráfico de influência e suposto envolvimento em um esquema ilícito envolvendo recursos do INSS. Durante a sabatina, Flávio foi questionado sobre quais as primeiras medidas que pretende tomar, se eleito, e citou que apresentará a PEC do fim da reeleição de presidente e mudará o arcabouço fiscal. “[Vou fazer um] pacote de medidas para rever o arcabouço fiscal, o ‘calabouço fiscal’, feito para enganar as pessoas que esse governo teria compromisso com a responsabilidade fiscal”, disse, prometendo em seguida o corte de cargos de comissão e de ministérios. “Vou promover um tesouraço, corte, com redução de carga tributária, redução da alíquota de IOF para valores de 2022 que encarece o crédito, dificulta os inadimplentes”, disse. “Vou zerar o imposto de importação de petróleo”, afirmou. Flávio disse ainda que vai revisar o imposto seletivo e que pretende tirar a cobrança extra de produtos ultraprocessados. “Não acho que o Estado tem que interferir em quem quer comer cachorro-quente, pão de forma”, disse. “Vou lutar com todas as minhas forças para redução de carga tributária.”
Flávio acusa Polícia Federal de proteger Lulinha
Presidenciável colocou em xeque também a atuação do Supremo Tribunal Federal em apurações envolvendo o filho do presidente Lula, durante sabatina









