0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) — Foto: Evaristo Sa/AFP e Miguel Schincariol/AFP A temporada de estragos que as investigações sobre as fraudes no INSS faz neste começo de agosto causa estragos indistintamente nos líderes da corrida presidencial. Ontem, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, chefe de gabinete de Lula até quinta-feira passada (e hoje trabalhando na campanha à reeleição), admitiu que recebeu dinheiro de empréstimo da lobista Roberta Luchsinger, investigada pela PF no caso das fraudes do INSS, amiga de Lulinha e prestadora de serviços para Antônio Carlos Antunes, o Careca do INSS. Hoje, a PF bateu na porta do advogado Willer Tomaz, um dos amigos mais próximos de Flávio Bolsonaro. Foi alvo de uma busca e apreensão de documentos na operação que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura fraudes do INSS.

Mais recente

Próxima

Lula envia ao Senado nome de novo diretor da CVM

Lauro Jardim Notícias exclusivas de política, economia e cultura