Candidato do PL se manifestou após notícia de investigação da PF sobre empréstimo a ex-chefe de gabinete presidencial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL — Foto: Maira Erlich/Bloomberg A investigação da Polícia Federal sobre um empréstimo feito pela empresária Roberta Luchsinger, investigada no escândalo do INSS, a Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de Gabinete da Presidência da República, é usada pela oposição para tentar desgastar o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda na noite de segunda-feira (3), após a notícia vir à tona, o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, escreveu nas redes sociais que o "roubo dos aposentados entrou no gabinete de Lula". Flávio afirmou que os investigadores, agora, terão que fazer perguntas importantes sobre o caso. "Por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde veio o dinheiro? É dinheiro do aposentado? Para quem acredita em coincidência, vai acreditar também que é só uma coincidência o Lula e o PT barrarem a CPI do INSS", disse o senador em vídeo publicado no Instagram. A empresária Roberta Luchsinger é investigada pela PF em casos que envolvem Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. Ele é alvo de três inquéritos abertos desde a semana passada por suspeita de cometer o crime de tráfico de influência. O pagamento a Marcola foi revelado pelo Poder360. O ex-chefe de Gabinete, no entanto, nega qualquer ilícito no pagamento. Ele diz que recebeu valores da lobista, sem especificar quanto, na forma de um empréstimo que já foi quitado. Nesta terça-feira (4), Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, também explorou a investigação que envolve Fábio Luís Lula da Silva e o ex-chefe de gabinete do presidente para tentar desgastar o petista. Caiado disse que “o escândalo do príncipe já chegou na antessala do rei”. O senador Carlos Viana (PSD-MG), que presidiu a CPMI do INSS, também repercutiu a investigação envolvendo o ex-chefe de gabinete de Lula. Na rede social X ele destacou o que chamou de "coincidências" do escândalo. "O irmão de Lula é vice-presidente de um sindicato que descontou centenas de milhões de aposentados sob investigação. O filho está em três inquéritos da PF por tráfico de influência e corrupção, com ligações apontadas ao Careca do INSS. O vice-líder do governo no Senado, Weverton Rocha, foi alvo da Polícia Federal na fraude dos aposentados. Jaques Wagner, líder do governo, está no radar da PF por causa do Banco Master. Quatro nomes próximos ao presidente. Pessoal e politicamente", escreveu.
Flávio diz que escândalo do INSS 'entrou no gabinete de Lula'
Candidato do PL se manifestou após notícia de investigação da PF sobre empréstimo a ex-chefe de gabinete presidencial











