Presidenciável comparou o caso a investigações envolvendo filhos de outros presidentes, sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro (PL), também pré-candidato ao Palácio do Planalto 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD — Foto: Cristiano Mariz/20-5-2026 O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, usou as redes sociais para atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a abertura de uma investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em publicação na quinta-feira (30), Caiado afirmou que o Brasil vive uma “monarquia disfarçada de República” e comparou o caso a investigações envolvendo filhos de outros presidentes, sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro (PL), também pré-candidato ao Palácio do Planalto. “Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens. É uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe", afirmou. Em seguida, destacou que se referia ao caso de Lula e Lulinha, mas afirmou que a declaração também poderia ser interpretada como uma referência a "outro pai que protege o outro filho". "Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho. Já passou da hora de acabar com essa farsa!”, escreveu. Mendonça autoriza nova investigação de Lulinha Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula — Foto: Arquivo A investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, a pedido da Polícia Federal. O inquérito apura suspeitas de que Fábio Luís Lula da Silva tenha cometido os crimes de tráfico de influência e corrupção. Lulinha já era investigado em um dos inquéritos sobre as fraudes em descontos de aposentados do INSS. Agora, a PF abriu uma nova frente de apuração ao associar possíveis irregularidades na atuação de Fábio Luís na comercialização de cannabis medicinal, com supostas ligações com servidores do Ministério da Saúde e do gabinete presidencial. Ao seguir uma trilha diferente do caso do INSS, a corporação pediu a redistribuição do caso Lulinha, que estava sob a relatoria de Mendonça. A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com a solicitação e, então, foi procedida a redistribuição, mas o inquérito caiu novamente nas mãos de Mendonça. O magistrado então autorizou a nova investigação. No pedido, a Polícia Federal solicita ao STF autorização para compartilhar provas produzidas na Operação Sem Desconto, a investigação que apura o esquema de desvios de recursos do INSS e que é relatada por Mendonça. A suspeita que recai sobre o filho do presidente da República é ter atuado junto ao governo federal para benefício próprio. Lulinha teria atuado com a empresária Roberta Luchsinger, além do lobista Antônio Camilo Antunes, conhecido como o "Careca do INSS". A representação encaminhada ao STF resume o caso em 34 páginas.
Caiado critica Lula após abertura de investigação contra Lulinha: 'Rei protege o príncipe'
Presidenciável comparou o caso a investigações envolvendo filhos de outros presidentes, sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro (PL), também pré-candidato ao Palácio do Planalto








