Eleições 2026
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não compareceu à sede da Polícia Federal nesta terça-feira 28 para prestar esclarecimentos sobre a acusação de calúnia contra o presidente Lula (PT), mas enviou a manifestação por escrito, submetida à análise do Supremo Tribunal Federal. A defesa alega inocência.
Em junho, a PF concluiu que o senador cometeu crime de calúnia contra Lula. Em 3 de janeiro, Flávio publicou no X postagens associando Lula ao ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, escreveu. Na ocasião, o governo de Donald Trump havia sequestrado o chavista. No documento, os advogados de Flávio sustentam que “não se está diante de uma única frase, na qual as expressões utilizadas se conectariam automaticamente entre si”.
Enquanto a primeira frase menciona Lula em uma futura e ocasional colaboração premiada, a segunda teria como destinatário, alegou a defesa, o próprio Nicolás Maduro, “que foi investigado, preso e processado nos Estados Unidos da América, justamente pelos delitos que estão mencionados na postagem”, justifica a defesa do senador.











