Depoimento presencial de Flávio à PF foi cancelado após senador enviar os esclarecimentos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Arquivo O GLOBO Em depoimento por escrito protocolado nesta manhã, o senador Flávio Bolsonaro negou ter praticado calúnia contra Lula por postagens nas redes sociais em que afirmou que o presidente seria delatado por Nicolás Maduro. As publicações foram feitas em janeiro, quando o então presidente venezuelano foi capturado e preso por militares dos Estados Unidos. O depoimento de Flávio estava marcado para esta tarde, a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do caso, mas os advogados enviaram os esclarecimentos por escrito. Assim, a oitiva foi cncelada. Na defesa, Flávio afirmou ter compartilhado notícias verdadeiras, seguidas de comentários independentes, negando ter atribuído a Lula qualquer fato concreto, caracterizando a previsão como uma hipótese futura. A defesa também argumentou que o crime de calúnia exige imputação de fato falso e específico, o que, segundo eles, não ocorreu. A defesa argumenta ainda que o inquérito foi aberto a pedido da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG) e que Lula não chegou a ser ouvido. Os advogados afirmam que todos os pedidos de prova que fizeram foram negados pela Polícia Federal, e que o inquérito se baseia apenas em suposições. Na investigação, a PF concluiu que Flávio Bolsonaro “imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro". A defesa de Flávio foi intimada e destacou que o senador não tinha sido ouvido no caso. O pedido foi acolhido pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e pelo ministro Alexandre de Moraes., que marcaram o depoimento.
Em depoimento por escrito, Flávio Bolsonaro nega calúnia contra Lula envolvendo Maduro
Depoimento presencial de Flávio à PF foi cancelado após senador enviar os esclarecimentos










