Para integrantes da corte eleitoral, falta jurisprudência e definições sobre em quais casos esse tipo de material pode levar a punições severas Nunes Marques é o relator da ação contra Flávio Bolsonaro pelo uso de avatar do pai em convenção do PL — Foto: Alejandro Zambrana/TSE - 16/4/2026 Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consultados pelo Valor afirmam que a corte precisa ampliar as discussões sobre deepfake, conteúdos gerados por inteligência artificial (IA) que simulem a imagem e a voz de pessoas. Para eles, não há jurisprudência firme em torno do tema e é preciso definir em quais casos esse tipo de material pode levar a punições severas. O debate deve levar a corte a atualizar a resolução sobre o tema.

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Flávio diz que aceitará resultado e confia na justiça eleitoral

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