O que precisamos é ampliar o entendimento do Direito nessa era de transição, sem renunciar ao entendimento de que a proteção autoral é reservada àquilo que reflete a subjetividade humana Ao analisarmos o avanço da inteligência artificial (IA) na sociedade e seu impacto na esfera jurídica, podemos afirmar que a proteção autoral é um dos campos mais afetados quando pensamos no uso de IA para criações artísticas ou culturais. Estamos falando de um ecossistema que deve movimentar mais de US$ 40 bilhões até 2033 em todo o mundo, segundo projeção da consultoria Market US, o que deve impulsionar uma transição profunda no Direito Autoral, que tende a migrar de uma “era da inspiração” para uma ‘era da estrutura da apropriação”.
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