A Copa de 2026 aterrissou num mundo bem diferente daqueles das edições anteriores, e a cobertura jornalística também parece ter tocado solo desconhecido. A polêmica sobre a pausa (publicitária) para hidratação, quem diria, acabou parecendo ingênua diante do que veio depois.
Com equipe reforçada em relação ao dia a dia da cobertura esportiva, a Folha conseguiu dar conta da enormidade do evento e registrou pontos extras, caso da entrevista com Carlo Ancelotti.
Um leitor aproveitou para pedir que o esforço extra se mantenha a fim de reverter a atrofia da cobertura esportiva dos últimos anos. "O excelente caderno da Copa poderia incentivar a Folha a retornar com a seção de esportes cobrindo os campeonatos nacional e estaduais. Provou que é possível", diz Luiz Henrique Novaes, de Santos (SP). A Secretaria de Redação diz que "o jornal mantém em aberto a perspectiva de ampliar a cobertura esportiva".
O terreno novo da Copa, porém, apareceu cheio de instabilidades. A intervenção aberta de Donald Trump na arbitragem foi um dos pontos mais visíveis dessa mudança. No mundo anterior, talvez o desmando se desse por baixo dos panos. No mundo da performance, até a desfaçatez depende de "engajamento".








