São bem-vindos. A Copa é uma festa para a população, é entretenimento. O que desagrada é influenciador falando de política, economia, e principalmente, saúde mental. Isso sim é problemático.

Rafaela Góes (São Paulo, SP)

Atuo como influenciadora, mas busquei formação e especialização em jornalismo esportivo, justamente por acreditar que credibilidade se constrói com conhecimento. Sou favorável à presença de influenciadores na cobertura da Copa quando há preparo técnico, mas questiono a escolha baseada exclusivamente em audiência. Isso não é sinônimo de repertório para analisar uma partida, contextualizar uma escalação ou trazer informação que agregue. O jornalismo esportivo exige responsabilidade. Quando o critério é ignorado, o público recebe entretenimento vazio, e isso empobrece a cobertura de um evento tão relevante quanto o Mundial.

Thais Almeida (Embu das Artes, SP)

Diante de tantos jornalistas especialistas em esportes, não acho interessante usar influenciadores na cobertura da Copa. Principalmente os que desconhecem a área.