Presidente da Fifa elogia americano em recepção na Trump Tower que não havia sido anunciada pela entidade; encontro substituiu, até agora, a tradicional coletiva de encerramento do Mundial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Gianni Infantino participa de evento com Donald Trum às vésperas da final da Copa do Mundo — Foto: Mandel NGAN / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/07/2026 - 18:57 Gianni Infantino elogia Trump pelo sucesso da Copa do Mundo 2026 Durante uma recepção na Trump Tower, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, elogiou Donald Trump pelo sucesso da Copa do Mundo de 2026, destacando sua importância na realização do evento. A reunião substituiu a coletiva de imprensa tradicional de encerramento do Mundial. Trump, que preside a força-tarefa americana para a Copa, estará presente na final entre Argentina e Espanha, reforçando a proximidade entre os dois líderes. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente da Fifa, Gianni Infantino, atribuiu a Donald Trump parte importante do sucesso da Copa do Mundo de 2026. Durante uma recepção realizada nesta sexta-feira na Trump Tower, em Nova York, o dirigente fez uma longa sequência de elogios ao presidente dos Estados Unidos, que estará na final entre Argentina e Espanha, no domingo. — Você não precisa de pessoas para bajulá-lo, mas esta Copa do Mundo não teria sido um sucesso tão incrível sem você — afirmou Infantino. Gianni Infantino participa de evento com Donald Trum às vésperas da final da Copa do Mundo — Foto: Mandel NGAN / AFP O evento não havia sido anunciado antecipadamente pela Fifa, e a agenda do presidente da entidade nesta sexta-feira era desconhecida. A recepção só se tornou pública com a divulgação de imagens de Infantino e Trump juntos no edifício. A Trump Tower abriga desde o ano passado um escritório da Fifa em Nova York, aberto em meio à crescente aproximação entre os dois. Infantino também não concedeu, ao menos até o momento, a tradicional entrevista coletiva de encerramento da Copa. O dirigente falou com jornalistas antes das finais dos Mundiais de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, ocasiões em que fez um balanço dos torneios e respondeu a perguntas. Desta vez, a dois dias da decisão, trocou a exposição diante da imprensa por uma recepção sem anúncio prévio na propriedade comercial de Trump. O encontro acrescenta mais um episódio à relação estreita construída pelos dois durante a preparação e a realização do Mundial. Trump preside a força-tarefa criada pelo governo americano para a competição, enquanto Infantino tem feito sucessivos elogios públicos ao presidente. Em dezembro do ano passado, durante o sorteio da Copa, a Fifa entregou a Trump a primeira edição de seu Prêmio da Paz, iniciativa que provocou críticas sobre a aproximação política da entidade. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, faz um pronunciamento ao lado do presidente dos Estados Unidos durante uma recepção da FIFA na Trump Tower, em 17 de julho de 2026, na cidade de Nova York. Mais tarde, neste fim de semana, Trump participará da final da Copa do Mundo FIFA de 2026 entre Espanha e Argentina, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. — Foto: Andrew Harnik/Getty Images/AFP A Casa Branca confirmou que Trump estará no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, para acompanhar Argentina x Espanha. Será a primeira partida desta Copa vista por ele no estádio. Infantino já havia anunciado que o presidente americano também participará da cerimônia de premiação e estará ao seu lado na entrega da taça à seleção campeã. O mandatário americano vibrou com o desempenho de seu país na Copa. — Eu pensei que não éramos um país de futebol. Aconteceu que éramos um, e acho que vai continuar assim — disse. Ele relembrou o polêmico caso de Balogun, atacante dos Estados Unidos que havia sido expulso e teve a suspensão adiada após pedido de Trump. — Se Gianni não tivesse permitido que Balogun jogasse, teríamos dito: "Teríamos vencido o jogo se tivéssemos nosso melhor jogador." Gianni tomou uma boa decisão — disse, após dar um tapa nas costas de Infantino. Trump reforçou que não houve controvérsia, do ponto de vista dele, pois a Bélgica venceu.