Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, afirmou em entrevista à Folha que Donald Trump e o presidente da Fifa, Gianni Infantino, conversaram "três ou quatro vezes por semana" durante o torneio e voltou a defender a atuação do governo americano na polêmica envolvendo o árbitro brasileiro Raphael Claus.

Segundo ele, a Casa Branca tinha o "dever" de questionar a expulsão que acabou revertida, mas não pediu à Fifa que o árbitro fosse retirado da competição durante entrevista por videoconferência.

Na conversa, Giuliani também disse acreditar que o evento impulsionará ainda mais o crescimento do futebol no país.

O político afirmou que a ausência do presidente nos estádios até a reta final da Copa se deveu às demandas da Presidência, criticou o antecessor Joe Biden e manteve o mistério sobre a agenda do republicano: "Ainda temos seis dias pela frente. Provavelmente veremos o presidente em algum momento antes do fim desta Copa do Mundo".

Antes da Copa, havia uma preocupação de que os preços dos ingressos levariam a estádios vazios. Não foi isso que vimos durante as partidas. Ao que o senhor atribui isso?