‘O forno’, de Evguéni Kharitónov, foi comparado a Thomas Mann e relata atração de um homem por um adolescente Kharitónov em estúdio de teatro, nos anos 70: autor de ‘O forno’ era um mímico renomado — Foto: Arquivo de Tatiana Schiérbina/Divulgação Nunca foi fácil publicar livros sobre o universo LGBT+ na Rússia, antes, durante ou depois da era soviética. De acordo com o tradutor Yuri Martins de Oliveira, no posfácio de “O forno”, a homossexualidade foi punida na União Soviética com até cinco anos de prisão, em penitenciária ou em campos de trabalhos forçados. Campanhas e panfletos associavam os homossexuais ao fascismo.
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