Carteira com 70% no Brasil, em reais, e 30% no exterior, em dólares, costuma ser vista com adequada, mas percepção parece estar mudando Se há uma pergunta que nós, gestores de patrimônio, recebemos com frequência, é a do percentual ideal em dólares numa carteira. Como não estamos num negócio em que “one size fits all”, a resposta, por mais sem graça que seja, é que depende. Há que se avaliar diferentes aspectos, como o padrão de vida e de consumo, a situação familiar e o perfil de investimento de cada um.
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