Para o brasileiro, a troca da renda fixa pela variável é menos vantajosa que para o estrangeiro, dado que o investidor local parte de juros a 14,5% ao ano Faz mais sentido ter bolsa no exterior do que no Brasil, segundo Eduardo Castro, executivo-chefe de investimentos (CIO) da Portofino MFO. Nas carteiras dos clientes, ele diz ter, no máximo, 5% da carteira, dependendo do perfil. “Com juros mais altos, esse aumento de risco em ações deixa de ser tão óbvio.”

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