Para a Azimut, 'valuation' mais atrativo não basta diante da migração de capital para ações de tecnologia, do fortalecimento do dólar e da competição de outros mercados Eduardo Carlier, da Azimut: Brasil se sobressai com dólar fraco e fluxo, mas não são essas as condições que estamos vendo agora — Foto: Divulgação A nova escalada nas tensões entre EUA e Irã voltou a inibir o apetite a risco nos mercados e a pressionar ainda mais a bolsa local em um momento em que as ações brasileiras já enfrentam uma série de competidores, o que torna a situação mais delicada. A avaliação é de Eduardo Carlier, codiretor da Azimut Brasil Wealth Management.

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Entrada de dólares no primeiro semestre é a maior desde 2018

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