Saída de recursos ganhou força com fluxo para IA, alta dos juros e maior risco local Ricardo Maluf, da Warren: parte importante do fluxo que veio para a AL tinha componente mais tático e, agora, há uma retomada do foco nos fundamentos — Foto: Nilani Goettems/Valor O dinheiro estrangeiro que inundou o mercado de ações doméstico até a primeira quinzena de abril secou e, aos poucos, o bom humor com os ativos brasileiros tem ficado para trás. Nos últimos 30 dias, o investidor não residente aportou recursos na bolsa em apenas duas sessões, em montantes quase simbólicos e, somente em maio, os saques totalizam R$ 11,4 bilhões, numa possível sinalização de que o rali das ações brasileiras chegou ao fim.

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