Papel do SUS, nova legislação e diversidade genética têm atraído o interesse das multinacionais Dunoyer, da Alexion: “O Brasil é único em termos de diversidade populacional. Com um centro [de pesquisa] no país, já se tem uma diversidade considerável” — Foto: Wenderson Araujo/Valor Influenciados por avanços regulatórios recentes, diversidade genética do país e potencial papel do Sistema Único de Saúde (SUS), como fonte de dados e comprador futuro de medicamentos, grandes grupos farmacêuticos globais têm priorizado o Brasil como mercado para pesquisa clínica em doenças raras. O segmento, também chamado de “alto custo”, chega a ter tratamentos que se aproximam da casa dos milhões de dólares em alguns casos, e até a ultrapassam em outros.
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