O envolvimento do Igeprev-TO (Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins) com o antigo Banco Máxima –que depois virou Master– levou o fundo de previdência dos servidores do estado a assumir 60 imóveis espalhados pelo Brasil, dos quais agora ele tenta se desfazer.
O Igeprev fez um investimento malsucedido no fundo Viaja Brasil, do Máxima, e acabou tomando um prejuízo de R$ 13 milhões depois que o veículo de investimento foi liquidado em 2014.
Em 2022, alvo de uma ação do Ministério Público Estadual, o banco, já sob o comando de Vorcaro e com o nome de Master, transferiu ao instituto 60 imóveis em São Paulo, Goiás, Minas Gerais, no Paraná e no Rio de Janeiro, para cobrir o prejuízo.
O Master não respondeu ao pedido de comentário feito pela Folha, por email.
A Justiça homologou o acordo, mas o Igeprev relata até hoje dificuldade em transformar esses imóveis em dinheiro e recuperar o valor perdido. O instituto de previdência conseguiu vender só 17 dos 60 apartamentos, salas comerciais e lotes, recuperando R$ 2,8 milhões –ou 21% do prejuízo.









