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A Polícia Federal se prepara para entregar à Justiça as primeiras conclusões sobre duas das investigações mais rumorosas da atualidade: os descontos indevidos nas aposentadorias pagas pelo INSS e os crimes financeiros do finado Banco Master. O relatório inicial sobre o caso do INSS ficará pronto neste mês. Sobre o Master, “muito em breve”.
As informações são do diretor da PF para Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, Dennis Cali. Ele participou nesta sexta-feira 3 de um café da manhã com jornalistas ao lado do chefe da corporação, Andrei Rodrigues.
No caso do INSS, a principal hipótese criminal da polícia é que houve “desconto associativo não autorizado” em cima das aposentadorias. Recorde-se o enredo revelado pela chamada Operação Sem Desconto: diversas entidades mordiam uma fatia dos benefícios previdenciários pagos a aposentados sem que essa pessoas soubessem. A justificativa da mordida era cobrar contribuição de sócio. Para a engrenagem criminosa funcionar, gente de dentro do INSS participava.
A hipótese criminal da PF não exclui a ocorrência de outros ilícitos descobertos ao longo das apurações. Por isso, o inquérito vai continuar.








