PUBLICIDADE Ministro André Mendonça, do STF, cita que o então presidente do fundo de previdência estadual, Deivis Marcon Antunes, preso desde fevereiro, “operacionalizou aplicações em Letras Financeiras e fundos com um almanaque de irregularidades” O Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio, investiu R$ 3,7 bilhões no Master via fundos e letras financeiras, segundo decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a operação da Polícia Federal contra ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e ex-dirigentes da fundação. “A relação de Daniel Bueno Vorcaro e Cláudio Bomfim de Castro e Silva trazida aos autos ultrapassou o mero contato institucional, alcançando indícios concretos da ocorrência de tratativas ilícitas que viabilizaram a captação de um total de R$ 3.691.000.000,00 em investimentos no Banco Master, somando-se os montantes aplicados em fundos e Letras Financeiras.” O volume é bem maior que os R$ 970 milhões declarados pelo Rioprevidência e também que os R$ 2,6 bilhões apontados em relatório do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) e cujo valor era rechaçado pela fundação. A decisão de Mendonça cita que o então presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, preso desde fevereiro, “operacionalizou aplicações em Letras Financeiras e fundos com um almanaque de irregularidades.” Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, está preso desde fevereiro — Foto: Reprodução/Rioprevidência
Rombo do Master no Rioprevidência é mais que o triplo previsto inicialmente, revela PF
Ministro André Mendonça, do STF, cita que o então presidente do fundo de previdência estadual, Deivis Marcon Antunes, preso desde fevereiro, “operacionalizou aplicações em Letras Financeiras e fundos com um almanaque de irregularidades”










