A diabetes tipo 1 impõe uma rotina rigorosa às famílias. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, quase cem mil crianças e adolescentes convivem com a doença no Brasil, que ocupa a quarta posição mundial em incidência de casos infantis.
Além da contagem de carboidratos e do controle constante da glicemia, pais e responsáveis convivem com o medo da hipoglicemia —queda de açúcar no sangue—, especialmente durante a madrugada.
Nos últimos anos, a tecnologia passou a desempenhar papel fundamental nesse acompanhamento. Sensores aplicados na pele realizam o monitoramento contínuo da glicose e enviam os dados em tempo real para os celulares cadastrados. Quando os níveis ficam muito altos ou baixos, alarmes são disparados para o paciente e seus familiares.
Atualmente existem pelo menos cinco sensores autorizados no Brasil. O mais famoso é o FreeStyle Libre, da Abbott, mas outras tecnologias têm ganhado o mercado, como o GS1, da Sibionics, o Smart 2.0, da Medlevensohn, e o novo sensor Smart Guide, da Accu Check. Esse sensor, no entanto, ainda não possui liberação pela Anvisa para utilização por menores de 18 anos.
A GTech também prepara a chegada de um sensor para agosto deste ano. O aumento do número de empresas que oferecem o recurso permitiu que os custos baixassem. O preço médio de um sensor que dura 14 a 15 dias é de R$ 289.











