A coleta de sangue é uma das etapas mais comuns da medicina diagnóstica. Ela ajuda a identificar doenças, acompanhar tratamentos e monitorar condições crônicas. Apesar disso, o procedimento ainda causa desconforto em muitas pessoas, principalmente crianças, idosos, pacientes com mobilidade reduzida e quem tem medo de agulhas.

Nesse cenário, a aprovação do dispositivo Tasso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária chama atenção. A tecnologia permite a autocoleta capilar de sangue, com pequena punção na pele e armazenamento da amostra em microtubos. Aqui explicamos como o sistema funciona, quem pode se beneficiar e por que ele se conecta à expansão da saúde digital no Brasil.

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