Voluntários procuram por parentes de Argemiro Antolínez Ángel, de 64 anos; homem não tinha família no país, e corpo pode ser enterrado em vala comum 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Argemiro Antolínez Ángel e a companheira, Body, morreram abraçados em casa quando prédio em que residiam desabou após terremotos na Venezuela — Foto: Reprodução / Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/06/2026 - 16:07 Campanha busca família de colombiano morto em desabamento na Venezuela Um colombiano, Argemiro Antolínez Ángel, morreu em um desabamento na Venezuela durante terremotos. Ele e sua companheira, uma venezuelana, foram encontrados abraçados sob os escombros. Indira Ramírez, uma jornalista colombiana na Espanha, lidera uma campanha para localizar a família de Ángel, temendo que ele seja enterrado em uma vala comum. A busca é um esforço humanitário para garantir que seus entes queridos sejam informados. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma operação humanitária está em andamento para encontrar a família de Argemiro Antolínez Ángel, um colombiano de Bucaramanga que morreu durante os terremotos na Venezuela na última quarta-feira (24). Seu corpo permanece em um necrotério no estado de Falcón, enquanto seus familiares tentam impedir que seja enterrado sem ser reclamado. Indira Ramírez, jornalista colombiana radicada em Madri, Espanha, lidera uma campanha para localizar a família de Ángel em Bucaramanga ou em qualquer lugar de Santander. Ela explicou que seu objetivo é que os entes queridos da vítima saibam o que aconteceu e possam tomar as providências necessárias. Ángel, de 64 anos, nasceu em Bucaramanga em 28 de janeiro de 1962 e morava em Tucacas, estado de Falcón, havia pouco mais de dez anos com sua companheira, uma cidadã venezuelana identificada como Body. Ambos morreram quando um dos prédios de propriedade da família dela desabou devido à força do terremoto. O corpo do colombiano permanece no necrotério do hospital de Tucacas. Pessoas próximas à vítima expressaram preocupação de que, caso nenhum familiar reclame os restos mortais, eles sejam enviados para uma vala comum. Indira explicou que é a única colombiana na família da esposa de Argemiro, pois é casada com um sobrinho de Body. Por esse motivo, decidiu iniciar as buscas a partir da Espanha. — Esta busca é um ato de humanidade, é tudo o que pedimos. Não estamos buscando dinheiro, não estamos buscando nada, simplesmente queremos que a família saiba — afirmou ela. Horas após o terremoto, parentes conseguiram chegar à área afetada depois de enfrentar estradas bloqueadas e o risco de tremores secundários. Lá, encontraram os corpos de Argemiro e Body, abraçados sob os escombros. Apesar de ambos terem sofrido ferimentos graves, foram identificados graças a marcas características. A jornalista afirmou que tentou entrar em contato com possíveis familiares e conhecidos por meio das redes sociais, mas até o momento não obteve resposta. — Escrevi para dezenas de perfis, para pessoas que comentaram nas minhas fotos presumindo que fossem amigos próximos, e não obtive resposta. Não exerço mais minha profissão na Colômbia e não tenho essa rede de apoio lá, por isso estou recorrendo à mídia. Este é um ato puramente humanitário — disse ela. Segundo informações apuradas por Indira Ramírez, Argemiro Antolínez Ángel estava separado da família, deixou filhos na Colômbia — um dos quais aparentemente integra as Forças Armadas — e tinha pelo menos uma irmã. Até o momento, nenhum deles foi localizado. Equipes internacionais chegam à Venezuela para auxiliar resgates após terremoto 1 de 11 Bombeiros e militares brasileiros embarcam em uma aeronave da Força Aérea Brasileira para uma missão de ajuda humanitária à Venezuela — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP 2 de 11 Bombeiros equatorianos da equipe de Busca e Resgate Urbano (USAR, na sigla original) chegam ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em La Guaira. — Foto: Federico PARRA / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Membros de uma equipe colombiana de Busca e Resgate Urbano (USAR, na sigla original) chegam ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em La Guaira — Foto: Federico PARRA / AFP 4 de 11 Membros de uma equipe de resgate do Exército mexicano chegam ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em La Guaira, Venezuela — Foto: Federico PARRA / AFP X de 11 Publicidade 5 de 11 Militares brasileiros voam em avião da FAB para Venezuela — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP 6 de 11 Equipes de busca e resgate dos Estados Unidos embarcam em uma aeronave militar C-17 Globemaster III com destino à Venezuela — Foto: US SOUTHERN COMMAND / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Bombeiros colombianos embarcam em uma aeronave da Força Aérea Colombiana com ajuda humanitária para a Venezuela — Foto: Luis ACOSTA / AFP 8 de 11 Bombeiros brasileiros aguardam para embarcar em uma aeronave da FAB para uma missão de ajuda humanitária à Venezuela — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Militares mexicanos caminhando com cães de serviço militar na Base Aérea Militar de Santa Lucía, no Estado do México — Foto: Mexican Presidency / AFP 10 de 11 Equipes de resgate e profissionais de saúde do Exército mexicano seguram as bandeiras do México e da Venezuela, na Base Aérea Militar de Santa Lucía, no Estado do México — Foto: Mexican Presidency / AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Avião do México com destino à Venezuela — Foto: Gerardo Luna / AFP Um total de 17 países chegaram a Caracas