Resultado ficou em linha com a mediana das expectativas de 23 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data A taxa de desemprego no país caiu para 5,6% no trimestre encerrado em maio. O resultado ficou abaixo do observado no trimestre imediatamente anterior (concluído em fevereiro, de 5,8%) e abaixo do resultado de igual período de 2025 (6,2%). No trimestre encerrado em abril, a taxa foi de 5,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de 5,6% é a menor para um trimestre encerrado em maio de toda a série histórica da pesquisa. O resultado ficou em linha com a mediana das expectativas de 23 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para uma taxa de 5,6% no trimestre encerrado em maio. O intervalo das projeções ia de 5,5% a 5,8%. Na média do período de março a maio, o país tinha 6,1 milhões de desempregados – pessoas de 14 anos ou mais que buscaram emprego, mas não conseguiram encontrar. O número aponta estabilidade estatística frente ao trimestre encerrado em fevereiro. O IBGE classifica como estabilidade estatística as variações que ficam dentro da margem de erro da pesquisa. Na comparação com igual período de 2025, houve queda de 9,3% (menos 624 mil pessoas). A população ocupada (empregados, empregadores, funcionários públicos) no trimestre até maio, por sua vez, era de 102,7 milhões de pessoas. Isso representa um avanço de 0,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro (mais 558 mil pessoas ocupadas). Frente a igual trimestre de 2025, subiu 0,8% (840 mil de pessoas). — Foto: Unsplash Rendimento A renda média dos trabalhadores recuou 0,8% no trimestre encerrado em maio, ante o trimestre imediatamente anterior (concluído em fevereiro), para R$ 3.726. A diferença é de R$ 31 a menos. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores considera a soma de todos os trabalhos. A variação significa, segundo o IBGE, estabilidade estatística, por estar dentro da margem de erro da pesquisa. Na comparação com igual trimestre de 2025, houve alta de 4% (R$ 142 a mais). Já a massa de rendimentos real habitualmente recebida por pessoas ocupadas (em todos os trabalhos) foi de R$ 377,738 bilhões no trimestre encerrado em maio. O número aponta recuo de 0,3% frente ao trimestre imediatamente anterior, ou R$ 1,183 bilhão a menos. A variação é classificada como estabilidade estatística pelo IBGE, por estar dentro da margem de erro da pesquisa. Na comparação com igual período de 2025, há aumento de 4,8% (mais R$ 17,3 bilhões), e não alta de 6,5%.
Desemprego recua para 5,6% no trimestre até maio, o menor da série histórica para o período
Resultado ficou em linha com a mediana das expectativas de 23 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data













