Impacto deve ser compensado ao menos em parte por alta do custo do endividamento decorrente de juros mais altos Tiago Sbardelotto: “Essa queda é apenas de nível, não de tendência” — Foto: Wenderson Araujo/Valor O avanço mais forte do que o esperado do deflator do Produto Interno Bruto (PIB), medida de inflação das contas nacionais, deve reduzir entre 0,5 ponto percentual e 1 ponto percentual a dívida bruta do governo geral (DBGG) em relação ao PIB neste ano, segundo projeções de economistas.

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